Natureza

 

 

 

Por que devemos nos preocupar com a NATUREZA?

Aqui, vamos lhe apresentar vários motivos para colocá-la como prioridade.

Duvida?

Leia!

 

 

 

 Por Ewerton Queiróz.

 


 

            A Natureza pede socorro.  

                              

 

 Os lixões deveriam... nem existir.

 

 

              O lixo que é retirado pelos caminhões coletores da porta de nossas casas vai para algum lugar. Muitas vezes esse lugar é impróprio, isto é, o lixo é jogado numa porção de terreno, sem nenhuma preparação para evitar os danos que ele pode causar. Esses locais chamam-se depósitos clandestinos de lixo ou lixões.

 

             Os lixões devem ser totalmente extintos, todo o cidadão de bem, deve lutar e exigir das autoridades a qualquer custo. Pois também pessoas se prejudicam com o contado direto com o lixo. E essas pessoas deveriam ser empregadas formalmente, para ter uma vida digna.

                          

 DICA VERDE: Devemos verificar para onde o nosso lixo é levado, não deveríamos aceitar o destino do lixo da nossa cidade que é levado para o “lixo aterro”, próximo da cidade, localizado na estrada de atalho para São Pedro.


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Data: 2011-01-29

De: Prof. Ângela Ap. Bérgamo

Assunto: RECICLAGEM


O tratamento do lixo é de suma importância para manutenção da integridade da biosfera, pois garante a qualidade de vida para todos os seus habitantes, sejam eles racionais ou não. A reciclagem é uma vertente do desenvolvimento sustentável, pois é um processo industrial que converte o lixo (industrial e doméstico) em matéria-prima.

A reciclagem é um processo que já vem sendo realizada pela Natureza, com perfeição, a mais 4,6 bilhões de anos, desde que a terra iniciou sua metamorfose, ou seja, se transformou de subproduto dos gases que vagavam pelo universo em um lindo planeta azul.

Mas, o homem recentemente, e já a beira do desastre, é que despertou para a importância do fato de que seus dejetos, largados sobre a biosfera, deveriam ser tratados com mais responsabilidade e passou a entender que não poluir e reciclar são atitudes primordiais para a sobrevivência da espécie.

E se a raça humana pretende continuar existindo, deve economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo tudo o que é jogado fora. A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando foi constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis, desde o inicio da revolução industrial, estão em acelerado processo de esgotamento por:

Transformação em bens de consumo, dejetos industriais, gás carbônico, etc. provocando o efeito estufa, entre outras agressões ao meio ambiente.

Porém, frente aos problemas que se agravam, passou a existir um entendimento global de que o lixo produzido pelo progresso acelerado da sociedade humana, principalmente após a 2° Guerra Mundial, está transformando-se em uma ameaça a vida no planeta.

É um paradoxo interessante, pois o bem proporcionado a humanidade pelo progresso acabou trazendo o mau para para o meio ambiente e coloca em risco a propria humanidade.

FAÇA A SUA PARTE!

A NATUREZA AGRADECE!

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Data: 2011-01-29

De: Prof. Ângela Ap. Bérgamo

Assunto: Algumas dicas : O que reciclar?


Saiba o que pode ser encaminhado para a coleta seletiva e o que deve ir para o lixo comum.

Papel
O que recicla:
papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa-vida, listas telefônicas, livros
O que não recicla:
papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou palstificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesiva

Plástico
O que recicla:
sacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral
O que não recicla:
plásticos termofixos (usados na indústria eletro-eletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos), isopor

Vidros
O que recicla:
garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos
O que não recicla:
espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas*, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadores

* O ideal é que esse material seja embalado e descartado em locais que encaminhem para a descontaminação. Saiba mais aqui.

Metais
O que recicla:
latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folha-de-flandres
O que não recicla:
clips, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos


A natureza agradece....

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Quanto vale a Natureza?

 

 

         Quanto vale, por exemplo, a produção de oxigênio e a consequente possibilidade de existir vida aeróbia na terra? Trazendo mais para o nosso tempo e para a nossa realidade, quanto vale a água potável original de uma nascente? E quanto vale o remanescente florestal que garante a existência e proteção desta nascente? Como computar os prejuízos provenientes das perdas destes recursos naturais?

        Este é um questionamento muito importante, pois esta tentativa de se estimar quanto vale economicamente produtos e serviços da biodiversidade natural, e os conseqüentes prejuízos com sua destruição, é um primeiro passo na direção de se defender a proteção de tais recursos utilizando argumentos econômicos, que são mais facilmente compreendidos pelas pessoas, de uma maneira geral. As vantagens econômicas de um país por causa de sua riqueza de recursos naturais devem ser ressaltadas e quantificadas, por mais difícil que pareça ser nas primeiras aproximações. E os danos e prejuízos também devem ser quantificados. Quando os custos da degradação ecológica não são pagos por aqueles que a geram, estes custos são externalidades para o sistema econômico. Ou seja, custos que afetam terceiros sem a devida compensação.

 

   fonte:WWW.biologo.com.br/ecologia


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